A Honda regressa ao Goodwood Festival of Speed 2026 com uma presença fortemente centrada nas duas rodas. Desde o início, a marca mostra que quer unir eletrificação, performance e património num só palco. Por isso, coloca as suas motos em movimento na icónica subida de Goodwood, reforçando o compromisso com inovação e emoção.
Estreia dinâmica: Prelude HRC Concept
Embora não seja uma moto, o Prelude HRC Concept ajuda a contextualizar o espírito competitivo que também molda as máquinas de duas rodas da Honda. O modelo estreia-se dinamicamente em Goodwood e demonstra como a marca continua a aplicar tecnologia de competição aos seus veículos eletrificados.
Jessica Hawkins conduz o Prelude na subida. Logo depois, Tiago Monteiro também participa. Assim, o conceito ganha vida e reforça a ligação entre pista, engenharia e futuro.
Performance elétrica em movimento: Honda Super‑N
A seguir, o Honda Super‑N reforça a aposta da Honda na eletrificação. Embora seja um automóvel, o seu comportamento ajuda a mostrar como a marca transporta a mesma filosofia de leveza, resposta imediata e envolvimento para as motos elétricas.
O Super‑N enfrenta a subida com o modo BOOST e uma arquitetura leve. Dessa forma, demonstra que a eletrificação pode ser divertida, ágil e emocional. E, claro, prepara o terreno para o que vem a seguir.
Inovação elétrica na subida: Honda WN7
A grande protagonista das duas rodas é a nova Honda WN7. Desde que surge na subida, a WN7 mostra como a eletrificação pode amplificar o prazer de conduzir. O conceito “Be the Wind” ganha forma com equilíbrio, controlo e binário instantâneo.
A moto acelera de forma silenciosa e refinada. Ainda assim, mantém a ligação direta ao condutor. Além disso, a sua presença em Goodwood destaca a evolução da Honda rumo à eletrificação nas motos, sem perder emoção nem identidade.

Património encontra performance moderna: CB1000F
Logo depois, entra em cena a Honda CB1000F. A roadster combina estilo clássico com engenharia contemporânea, criando uma ponte entre passado e presente. A moto sobe a colina com personalidade e força.
Para tornar o momento ainda mais especial, Freddie Spencer conduz a CB1000F. O tricampeão mundial dá vida ao modelo e reforça a ligação entre história, performance e evolução. Assim, Goodwood recebe não só uma máquina icónica, mas também uma das maiores lendas da Honda.

ADN de competição: regresso do Williams FW11
Pouco depois, o espírito competitivo da Honda ganha ainda mais força com o regresso do Williams Honda FW11. Damon Hill e Ryo Michigami conduzem o monolugar para celebrar o 40.º aniversário do título de construtores de 1986.
Embora seja um carro, o FW11 reforça a filosofia que molda toda a engenharia da Honda: a competição como campo de prova para tecnologias que mais tarde chegam às motos. Assim, o passado volta a acelerar para inspirar o futuro.

Inovação assente na competição e na eletrificação
A participação da Honda em Goodwood mostra uma direção clara. A marca combina eletrificação nas motos, performance moldada por tecnologias de competição e um compromisso contínuo com o prazer de conduzir.
Hans de Jaeger, Presidente da Honda Motor Europe, resume esta visão:
“Goodwood oferece uma plataforma única para demonstrar a inovação da Honda em ação. Ao focarmo-nos na participação dinâmica este ano, mostramos como os nossos modelos mais recentes combinam performance, eletrificação e conhecimento de engenharia, tanto em automóveis como em motos.”
Desde a sua fundação, a Honda usa a competição como campo de prova. Por isso, Goodwood torna-se o palco perfeito para unir património, inovação e futuro, celebrando o que a marca já conquistou e o que está prestes a transformar no mundo das duas rodas.



