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Crónica: Três continentes depois, onde vi as melhores motos?

Fernando Neto Por Fernando Neto
12 Janeiro, 2026
em Crónicas, Motomais, Mototurismo
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O final de 2025 foi, para mim, muito preenchido em termos de viagens, apresentações e eventos relacionados com motos. E o mais curioso é que, em vez de tudo acontecer no sul de Espanha, onde já conheço muitas ruas de cor e salteado, pode-se dizer que desta vez as marcas inovaram bastante… A Morbidelli levou-nos à China, o que desde logo foi uma estreia para mim; a EICMA decorreu como sempre em Milão; depois estive com a Bridgestone na Tailândia; regressei e estive na Gala e entrega de prémios da FIM que decorreu na Suiça, e antes do Réveillon ainda fui com a Triumph aos Estados Unidos (Califórnia), para mais uma estreia em termos pessoais.

Todas estas viagens geraram naturalmente tudo aquilo que podem imaginar: grandes memórias para o resto da vida, muitas histórias (algumas chatas, mas que passados alguns dias já têm piada), muito conteúdo em termos jornalístico, cansaço físico e emocional, saudades dos gatos que ficaram em casa e por aí fora… Mas e em termos de motos que vi nas estradas, o que dizer destes cinco países, de três continentes diferentes? Na verdade, e dizendo a mais pura das verdades, não há assim muito para contar…!

Na China ficámos numa daquelas cidades acabadas de construir, onde não havia movimento nem nada para ver. Apanhámos depois um Uber lá do sítio até Chengdu, essa sim, daquelas cidades com mais população que todo o Portugal, mas a coisa não melhorou muito. Nas autoestradas não se veem motos pois são proibidas de circular, isto como forma de diminuir a sinistralidade. Depois, na cidade, circulam apenas umas “motecas” de aspeto duvidoso e apenas em “mini faixas” junto à berma, onde casais (por vezes com filhos ao colo) circulam nestas motos com um capacete das obras ou simplesmente sem ele. Vi duas motos acima dos 125 cc durante um dia inteiro em Chengdu, e isto não deixou de me surpreender, tendo em conta a capacidade de produção (e de exportação para a Europa) de motos por parte dos chineses.

Em relação a Milão, não me vou alongar muito. Mesmo com frio encontram-se em circulação todo o tipo de motos, de diversas capacidades, aliás como é comum nas grandes cidades europeias. Na Tailândia, tanto em Bangkok como em Buriram (locais que distam a cerca de 300 km) encontrámos milhares de pequenas motos de baixa cilindrada. Aqui estes veículos são necessários e utilizados por muitos como mobilidade urbana e pelas classes mais baixas. Mas em muitos aspetos nota-se como existe bastante paixão pela moto, como era possível ver no “tuning” de alguns modelos, assim como a presença de diversos que habitualmente temos na Europa. E claro, é um povo que gosta muito de corridas, seja MotoGP, uma prova de arranques, uma corrida de barcos num rio ou qualquer outra coisa.

Sobre a Suiça também não existe muito a dizer. Na zona em redor de Genebra estava muito frio e chuva, pelo que as únicas motos que encontrei foram as maxi-trails de viajantes que estavam em circulação. Todos os modelos bons, que todos gostamos de apreciar, estavam certamente fechados nas garagens e também no Museu de Competição da FIM!

Finalmente, nos Estados Unidos posso dizer que ainda fiz bastantes quilómetros, primeiro de carro entre Los Angeles e Oceanside (a caminho de San Diego), e depois de moto pelas montanhas um pouco mais pelo interior. Nas autoestradas, de 5 faixas para cada sentido, posso dizer que vi poucas motos, mas variadas. Algumas japonesas de média cilindrada, que normalmente encontramos em abundância na Europa, mas também diversas Harley-Davidson. Em Oceanside a mesma coisa, onde fomos reparando que basicamente não se vê uma moto de origem… os escapes são sempre trocados por outros mais barulhentos, e a estética está quase sempre alterada para… pior, pelo menos segundo a minha opinião. E os equipamentos de proteção são também bastante discutíveis. Em estrada de montanha, aí fomos vendo algumas motos interessantes, de motociclistas que circulavam em passeio, seja em viagem grande entre estados, ou no passeio “higiénico” para limpar o stress.

Tenho noção que não vi 1% de cada um destes países, e o mercado americano é tão grande que quase tudo me terá passado ao lado – mas por outro lado – o que vi nestes três continentes serve um bocadinho de amostra e deixa-me mais uma vez com a mesma convicção: gosto muito de viver na Europa e é aqui que temos as melhores motos a circular diariamente em estrada. E é por isso que os diversos fabricantes preocupam-se tanto com o mercado europeu, mesmo sem que este consiga, em números totais de venda, rivalizar com os de outros continentes.

Boas curvas!

Fernando Neto

Tags: ApresentaçõesmotosMototurismoOpiniãoRevista MotosViajar

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