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Contacto Harley-Davidson Pan America 1250 ST – Crossover

Fernando Neto Por Fernando Neto
24 Março, 2026
em Notícias, Testes
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Introduzida no mercado em 2021, a Harley-Davidson quebrou por completo todas as convenções e estratégias que vinha apresentando até então. Uma direção nova e diferente, num segmento que ainda hoje é rei em grande parte dos mercados globais. Agora, surge uma nova interpretação da trail americana, a ST, uma “crossover” mais aproximada ao puro estilo H-D.

POR Domingos Janeiro  •  Fotos Paulo Calisto

Uma moto, múltiplas opções, sempre foi assim na Harley-Davidson e com a maxi-trail não poderia ser diferente. Em 2021, quando foi introduzida no mercado, apresentou-se disponível em duas versões, a 1250 base e a versão Special, que entre muitos argumentos, fazia destacar a nova tecnologia de redução de altura a baixas velocidades ou parada (as suspensões eletrónicas baixavam a moto automaticamente a velocidades reduzidas ou quando parávamos, voltando a subir quando arrancávamos), que hoje em dia se tornou comum no universo trail. Mas voltando às versões, na atualidade são quatro as versões disponíveis contando com esta novíssima ST (Pan America 1250, Special, ST e CVO). Em comum partilham a mesma base, mas depois, cada uma apresenta algo de diferente face às demais. É esse o caso da nova ST que permite aos amantes das motos americanas optarem por uma versão de “montagem alta” sem terem que abdicar da essência HD. Nasce assim a primeira crossover da Harley-Davidson!

No meio termo

Embora não sejam muitos, há diversos modelos crossover disponíveis no nosso mercado, alguns deles com grande sucesso. Em comum têm o facto de se colocarem num patamar intermédio das trails mais puristas, com o segmento naked ou desportivo. E é precisamente aqui que reside a versatilidade deste conceito: é capaz de satisfazer os motociclistas com vocação mais aventureira, mas que preferem uma “trail” com atributos mais estradistas; por outro lado, os amantes das naked e desportivas, mas que preferem o conforto de uma moto de “montagem alta”. Versatilidade é o nome do meio deste conceito!

Se por norma os “upgrades” e as novas versões têm por base o feedback dos clientes, nesta versão em particular, ficou a dever-se a Bas Leek, proprietário da West Coast Motors, um concessionário Harley-Davidson nos Países Baixos, que transformou uma das suas Pan America numa versão “R”, preparada para estrada. O sucesso foi tão grande e o feedback dos clientes foi tão positivo que a própria HD viu aqui uma nova oportunidade. Do pensar ao fazer foi um pequeno passo, dada a enorme capacidade que a própria marca americana tem para o fazer, recorrendo a componentes internos, sem a necessidade de investir em desenvolvimento de novas soluções. Nasce assim algo mais aproximado ao espírito americano, com uma presença mais musculada, mais estradista, mais rebelde e um ar mais “mauzão”.

Poucas mudanças, mas certeiras

De versão para versão, as alterações não são significativas, são as necessárias para colocar cada modelo mais apto a desempenhar com sucesso a tarefa/conceito a que se propõem. Foi por isso com grande naturalidade e facilidade que os engenheiros da Harley deitaram mãos à obra, com a ajuda direta da equipa de Bas Leek, que deu todas as informações necessárias bem como o feedback preciso do comportamento desta versão mais estradista… foi só seguir as diretrizes! Das versões já existentes manteve-se o motor, quadro e eletrónica, mas a dieta a que foi submetida valeu-lhe uma descida de 12 kg na balança, graças aos novos componentes que se tornaram desnecessários, às novas jantes e sistema de escape. Por falar em jantes, por força na nova vocação mais estradista, surge com uma nova de 17” na dianteira (nos restantes modelos é de 19”), mantendo a traseira também de 17” vestidas com pneus Michelin Scorcher Sport capazes de nos transmitir grande confiança depois de devidamente aquecidos. Só por si, o facto de equipar nova jante na dianteira permitiu baixar a altura da frente mas os americanos estavam focados em baixar o mais possível a ST e por isso reduziram 20 mm no curso das suspensões (agora com curso de 170 mm) tornando a Pan America mais acessível até aos menos experientes, deixando de ser necessário optar pelo sistema de suspensões adaptativas que permitiam baixar a moto a baixa velocidade. A cereja no topo do bolo foi a adoção de um novo assento de uma peça, mas que mantém o design muito próximo aos das suas irmãs. No entanto, conseguiu-se reduzir mais 10 mm de altura ao solo, apresentando esta Pan America 1250 ST uma altura ao solo total de 825 mm.

A simplicidade chega também à eletrónica, uma vez que deixamos de necessitar dos modos específicos para off road, mantendo os três habituais (Road, Sport, Rain ) mais dois customizáveis. Os mais atentos terão certamente reparado no novo ecrã dianteiro que além de ser mais estreito e pequeno, não é ajustável. Além disso também deixamos de ter as proteções de mãos, tubos de proteção laterais, entre outros acessórios, que em conjunto permitem poupar os tais 12 kg no total do peso. O facto de termos o ecrã dianteiro mais pequeno e sem a possibilidade de ajuste não nos causou qualquer constrangimento nas viagens mais longas, apresentando uma aceitável proteção aerodinâmica. A postura de condução nota-se algo diferente: embora encontremos o mesmo guiador que nas restantes versões (largo, com as mãos altas e recuadas), passámos a ter um assento mais baixo que é suficiente para introduzir algumas diferenças principalmente ao nível das pernas que passaram a estar mais dobradas. Os utilizadores de maior estatura não vão achar grande piada mas para nós, que somos mais baixos (1,69 m) não sentimos qualquer desconforto, a não ser em dias de muito calor, no lado dos coletores… mas isto acontece apenas quando rodamos a baixa velocidade. Voltando ao assento, temos sempre a possibilidade de optar pelo assento original de duas peças (ajustável) e que é mais alto. Aqui, verás a ergonomia melhorar.

Comparações inevitáveis

Conhecendo a gama Pan America 1250 como nós a conhecemos, é inevitável não fazer algumas comparações. Na estética, mantém-se familiar, com linhas modestas e reduzida ao essencial, agora com um ou outro traço estradista mais vincado. Por vezes menos é mais e neste caso esse “menos” resulta numa moto com carácter americano mais vincado: simples e musculada! O motor Revolution Max 1250 debita os mesmos 150 cv que as versões anteriores, e que se têm mostrado mais que suficientes para a Pan America, mais ainda se tivermos em conta a cura de emagrecimento da ST. A verdade é que em momento algum sentimos falta de motor, independentemente da rotação em que viajemos… está sempre pronta a subir de rotação de forma linear e limpa, mesmo nas recuperações onde demonstra grande energia. O sistema de quick shift é preciso, funciona de forma equilibrada e faz todo o sentido nesta que é uma versão cem por cento focada no asfalto. As vibrações não são mais do que as suficientes para nos fazerem sentir que estamos numa moto americana, mas sem causar qualquer espécie de desconforto.

Com um aspecto mais “amigável” no que a dimensões diz respeito, foi uma agradável surpresa desde o momento em que nos sentámos aos seus comandos pela primeira vez: tudo é familiar, mas com uma estética mais rebelde, mais leve e em andamento, parece-nos mais ágil e disponível. Tivemos a oportunidade de a testar nos mais diversos cenários como cidade, estradas de montanha, auto-estrada e estradas mais abertas e o que sentimos foi uma moto equilibrada, onde temos tudo o que é preciso para desfrutar em pleno de uma bela viagem entre amigos: estilo, motor, boas suspensões e uma travagem competente.

Claras intenções

A nova Pan America 1250 ST não está cá para enganar ninguém, antes pelo contrário, tem os objectivos bem traçados e definidos que são, única e exclusivamente, o melhor desempenho possível no asfalto. Dai a jante de 17” na dianteira que obriga no imediato a baixar a frente transmitindo-nos notáveis melhorias tanto no momento de inserir em curva, como durante a própria curva e na saída da mesma. A redução de peso também se sente, pois é um conjunto que está mais leve e ágil sem perder, em momento algum, a compostura. No capítulo das suspensões, estas perderam 20 mm em cada trem, passando a um curso total de 170 mm, muito adequados à suas novas pretensões. São ajustáveis e muito confortáveis até nas estradas mais degradadas. Com o “setting” de série podem notar uma moto mais firme que pode penalizar de alguma forma o conforto na cidade, mas dá primazia ao comportamento em curva ou às velocidades mais elevadas. Se o vosso meio ambiente preferencial de utilização for a cidade, então pequenos ajustes são suficientes para ganharem conforto. Na travagem, contamos com dois generosos discos de 320 mm instaladas na dianteira mordidas por pinças Brembo radiais de quatro pistões e atrás, encontramos um disco de 280 mm. Mostram-se muito potentes individualmente, mas quando usados em conjunto, revelam um eficácia retumbante.

Eletrónica

Entre outras grandes mudanças que têm vindo a ocorrer dentro da Harley-Davidson, a atualização tecnológica é uma das que se destaca e foi precisamente com a chegada da Pan America e depois com a chegada Sportster S que tudo mudou. Hoje em dia, temos uma enorme panóplia de sistemas tecnológicos ao nosso dispor, que a marca americana apelidou de “Rider Safety Enhancements” e cujo objetivo é contribuir para uma maior tranquilidade do condutor face aos imprevistos. Entre esses sistemas temos o sistema de travagem ABS cornering e CBS cornering; controlo de tração em curva; controlo da derrapagem da roda traseira em desaceleração; travão em inclinação; sistema de monitorização da pressão dos pneus e mitigação da elevação da roda dianteira.

CONCLUSÃO

A nova Harley-Davidson Pan America 1250 ST é uma moto que claramente se aproxima mais do puritanismo da marca, tanto em estética como em prestações, privilegiando a utilização em estrada de forma muito divertida e confiante. Desde suspensões, travagem e eletrónica, tudo se encaixa de forma brilhante para nos oferecer momentos inesquecíveis aos seus comandos. Por estes lados, conquistou mais um admirador, até pela facilidade com que se deixa explorar (incluíndo a navegação pelo completo painel de instrumentos TFT) e que se deixa manobrar quer parada como a baixas velocidades. Bem-vinda, crossover americana!

Ficha técnica

Harley-Davidson Pan America 1250 ST

Motor                                     Revolution Max, 2 cilindros em V a 60º, refrigerado por líquido
Distribuição                           Válvulas de distribuição variável (VVT)

Cilindrada                              1252 cc

Potência Máxima                   150 cv às 9000 rpm

Binário Máximo                     127 Nm

Embraiagem                          Multi-discos em banho de óleo

Final                                       Por corrente

Caixa                                      6 velocidades com quick shift

Quadro                                   Estrutura tubular em aço

Suspensão Dianteira              Forquilha invertida Ø47 mm, ajustável, curso 170 mm

Suspensão Traseira                Amortecedor totalmente ajustável, curso 170 mm

Travão Dianteiro                    Dois discos de 320 mm, pinças Brembo de 4 pistões, ABS cornering

Travão Traseiro                      Disco de 280 mm, pinça de dois pistões, ABS cornering

Pneu Dianteiro                       120/70-17”

Pneu Traseiro                         180/55-17”

Altura do Assento                  825 mm

Distância entre eixos              1580 mm

Depósito                                 21,2 litros

Peso (ordem de marcha)        246 kg

Cores                                      Preto, cinzento e vermelho

Garantia                                 3 anos

Importador                             Harley-Davidson Ibérica

PVP                                        20.900€

PONTUAÇÃO

Harley-Davidson Pan America 1250 ST

Estética                       4

Prestações                   3,5

Comportamento:        3,5

Suspensões                 3,5

Travões:                      4

Consumo:                   3,5

Preço:                         3,5

Tags: destaqueHarley-Davidson

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